A epilepsia é uma doença do encéfalo caracterizada por uma predisposição contínua para gerar crises epilépticas, que, por sua vez, são manifestações da sincronia excessiva da atividade dos neurônios encefálicos. “São episódios de contrações musculares anormais/excessivas, normalmente bilaterais, que podem ser contínuas ou interrompidas. Podem ser curtas (segundos) e leves ou muito longas (horas) e intensas. Em alguns casos até levar à morte”, afirma a médica-veterinária com especialização em Neurologia Veterinária do Hospital Taquaral (Campinas/SP), Luciana Facco de Andrade.

A doença, que atinge em torno de 5% da população canina, é localizada no encéfalo e caracterizada por uma predisposição contínua para gerar crises epilépticas, que, por sua vez, são manifestações da sincronia excessiva da atividade dos neurônios encefálicos. “São episódios de contrações musculares anormais/excessivas, normalmente bilaterais, que podem ser contínuas ou interrompidas. Podem ser curtas (segundos) e leves ou muito longas (horas) e intensas. Em alguns casos até levar à morte”, afirma.

Luciana comenta, ainda, que existe uma diferença entre epilepsia e convulsão. “A primeira é uma doença, já a segunda, é um termo leigo ainda usado para descrever uma crise. “As crises podem ser epilépticas, como descrito acima, ou reativas, que são uma resposta a uma alteração transitória metabólica ou tóxica e que pode ser reversível quando a causa é corrigida”, conta. 

São dois tipos da doença: “Há aquela estrutural, que pode ter uma causa vascular, infecciosa, imunomediada, traumática, alteração congênita, neoplásica ou degenerativa. E existe a epilepsia idiopática, que é quando se descartam todas as anteriores”. Saiba mais sobre os sinais, diagnóstico e tratamento acessando a reportagem completa em nossa revista on-line, gratuitamente. Clique aqui.

Fonte: Redação Cães&Gatos VET FOOD.

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