O objetivo do produto penado pela empresa é facilitar e democratizar a negociação e navegação neste mercado para os usuários menos experientes (Imagem: Pixabay/ Christopher White)

ChatGPT, inteligência artificial e criptomoedas, além de serem temas bastante em destaque atualmente, possuem outra coisa em comum: a startup MarginFi. A empresa anunciou na noite desta terça-feira (19) que está desenvolvendo uma tecnologia de chatbot, semelhante ao da OpenAI, capaz de interagir com a carteira virtual do usuário.

O objetivo do produto penado pela empresa é facilitar e democratizar a negociação e navegação neste mercado para os usuários menos experientes. Na prática, o usuário conversaria com o robô, como é feito com o ChatGPT, e pediria para que realizasse certas tarefas.

Em um cenário onde a inteligência artificial idealizada pela startup funciona perfeitamente, bastaria o usuário pedir: “Compre R$ 100 de Bitcoin (BTC) para mim amanhã ao meio-dia” ou “Quais criptomoedas mais valorizaram nesta quarta-feira?”.

Edgar Pavlovsky, CEO da MarginFi, diz acreditar que o futuro da inteligência artificial em linguagem generativa é justamente a especialização em tarefas e setores.

Entretanto, o CEO confessa que a segurança é um dos pontos mais sensíveis do projeto, bem como o acesso da inteligência artificial a lugares sensíveis, como a carteira virtual de criptomoedas.

A inteligência artificial que compra criptomoedas para você

No perfil do Twitter da startup, a empresa explica que, atualmente, a inteligência artificial tem maior conhecimento sobre o ecossistema da Solana (SOL), mas pretende aumentar sua base de dados em breve.

“IA vertical é o futuro. À medida que a IA se desenvolve, versões especializadas do ChatGPT aparecerão. A criptografia é um caso de uso incrivelmente forte para isso. A criptografia é DIFÍCIL para as pessoas lidarem, mas muito mais fácil para as máquinas de IA. A Omni está aqui para facilitar a criptografia para você”, escreve a startup.

Entre os exemplos do que a inteligência artificial poderia fazer, citados pela startup, estão os depósitos e retiradas de criptomoedas, bem como serviços de finanças descentralizadas (DeFi), como empréstimo ou alocação em renda extra.





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